Todo este caso Maité Proença faz-me pensar que às vezes a Internet parece que precisa de um polícia! Que a blogosfera, as redes sociais (Twitter e Facebook incluídos) precisam urgentemente um, mas não para proteger dos utilizadores mais nefastos ou punir os pilantras que causam a ruína das editoras editoras e estúdios de cinema. A Internet parece que precisa de um polícia para algo bem mais simples, para desempenhar aquele papel dos militares da GNR que obrigam os condutores a acelerar quando há um acidente na auto-estrada, para evitar filas e engarrafamento, para o papel dos polícias que desmobilizam os populares sempre que há agitação, que gritam “Vamos desmobilizar. Não há nada para ver”. Por já não há mesmo nada para ver…
A Internet, e as redes sociais em particular, são assim: coisas pequenas podem atingir uma dimensão desmesurada. Não há ninguém que meta água na fervura, não há ninguém que diga “Ora então vamos lá embora que aqui não se passa nada”. É como se houvesse uma multidão continuamente a crescer, primeiro a falar do “acidente”, depois a falar das pessoas que falam do “acidente” (este texto não é excepção) para por fim, provavelmente, ter uma enorme massa humana que já nem sabe bem que “acidente” é esse que tanto se fala.
Este caso vai servir como bom exemplo da viralidade das redes sociais, porque no fundo é apenas um vídeo com dois anos…
PS: Apenas para deixar claro que não quero realmente criar uma Polícia para a Internet.
Uncornered Market, one of the nicest travel blogs out there, came up with a very interesting list, beyond the common ” The best X coolest places” or “Y things to remember while traveling” post found in travel blogs:
Seek First to Adapt, Then to Complain (a.k.a., Adaptability)
Plan With Multiple Outcomes in Mind (a.k.a, Planning)
Work a way in. Leave a way out. (a.k.a., Problem Solving)
Find the Common Ground (a.k.a., Negotiation and Compromise)
Tune In, Filter Often (a.k.a., Observation and Perception)
Have Less, Do More (a.k.a., Resourcefulness)
Find a Common Language, Create One if You Must (a.k.a., Communication)
I’m not a veteran traveler like Audrey and Daniel (yet…), but in the end all these seven tips can be condensed to just one: a bit of common-sense to always remember being away from home/culture/language/routines or, at least, away from the comfort zone. A must read!!
Quem anda na casa dos trinta, morava na zona de Lisboa nos anos 90 e fã de rock de certeza que ouvia, ou pelo menos conhecia, a Super FM, a rádio de referência para muita gente da minha geração. No meu círculo de amigos quase que havia um culto em torno dela, muito à custa de programas como o Feedback (um programa com o espírito de rádio-pirata todas as noites de sexta para sábado) e a ouvir bandas como Ramp ou Moonspell. Sempre teve uma existência atribulada, começou como rádio pirata: a Rádio 98 (altura em que comecei a ouvir) que entretanto cresceu, acabou por volta de 1994, ressuscitou um ano depois e voltou a acabar, aparentemente pela última, vez em 1998.
Aparentemente porque, vindo do nada, há pouco mais de uma semana a rádio renasceu das cinzas. Mas renasceu das cinzas onze anos depois de ter terminado, e onze anos é muito tempo… Falando por mim, em onze anos mudei bastante, e dizer que os meus gostos musicais estão melhores é ser pretensioso e exagerado, mas pelo menos tornaram-me mais abrangentes; mas lá está, isso não é problema da rádio. Ainda assim tinha curiosidade como iria ser a nova Super FM: se uma nova rádio com o mesmo espírito rock mas que se actualizou e adaptou aos dias de hoje, ou uma rádio que se esqueceu que passaram os tais onze anos para começar exactamente onde tinha acabado? A segunda opção é claramente a mais fácil, pegar num modelo que se conhece e continuá-lo, mas preferiria muito mais a segunda (não sou dado a saudosismos) e quem leia o lema na sua página no Facebook até pode pensar que não há razão para preocupação:
Ser uma rádio diferente, inovadora e com espírito…
Mas após ouvir alguns dias começo a pensar o contrário,de inovação há muito pouco, demasiada música antiga, diria que quase exclusivamente a mesma playlist de há onze anos…
Não tenho nada contra os Alcoolémia, nunca fui fã mas eram uma banda simpática da altura, mas passar esta música nos dias de hoje já soa muito a revivalismo, mas duas vezes no mesmo dia é cheirar a mofo! Há coisas que quando voltam para o baú devem sair ocasionalmente, para recordar um bocadinho e depois guardar, e não estar sempre a revisitar o passado. Alcoolemia, como muitas outras bandas, é uma delas, porque há coisas que têm o seu tempo, a sua época, e essa época já passou, há onze anos ou até mais.
Ainda é cedo, e ainda poderá mudar muita coisa, mas para já a nova Super FM está a tornar-se naquilo que mais temia: uma Rádio Nostalgia para trintões rockeiros, e como já disse, não sou muito dado a nostalgias, até porque se há coisa que adoro é querer sempre “limpar os ouvidos” com música nova. Para já até é engraçado sintonizar a rádio, mas quando passar aquela “tesão do mijo” de recordar os velhos tempos, algo que já está a começar a acontecer, tenho a impressão que a frequência vai ficar esquecida numa das últimas memórias do meu auto-rádio.
Seja como for é tirar a prova dos nove e sintonizar 104.8MHz em Lisboa ou ir a superfm.com, que tem emissão online, a par da presença em redes sociais, uma das poucas inovações desta nova encarnação da rádio.
A new British film about Charles Darwin has failed to land a distribution deal in the States because his theories on human evolution are too controversial for religious American audiences, according to the film’s producer.
While we took the Flåm Railway as a scenic tour it actually is a commuter rail line.
It runs between the towns of Flåm (sea level) and Myrdal (866m above sea level) in a distance of only 20km. The train ride offers spectacular scenery as it goes through many ttwists and turns to make its ascent up the mountain side..